quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Javascript - Introdução à linguagem Javascript

O que significa Javascript? Javascript é uma linguagem de script incorporada a um documento HTML. Historicamente, trata-se da primeira linguagem de scripts para a web. Esta linguagem é uma linguagem de programação que traz melhorias para a linguagem HTML, permitindo a execução de comandos do navegador e não do servidor web. Assim, a linguagem Javascript é altamente dependente do navegador que chama a página web onde o script está incorporado, mas por outro lado, não requer nenhum compilador, ao contrário da linguagem Java, com a qual ela é confundida. A linguagem JavaScript foi desenvolvido pela Netscape em 1995. Originalmente, era chamada LiveScript e fornecia uma linguagem de script simples para o navegador Netscape Navigator 2. Ela foi criticada durante muito tempo pela sua falta de segurança, seu desenvolvimento pouco evoluido e pela ausência de alertas de erro explícitos tornando seu uso difícil. No dia 4 de dezembro de 1995, com a parceria com o fabricante Sun, a Netscape nomeou sua linguagem Javascript. Na mesma época, a Microsoft desenvolveu a linguagem script, uma linguagem de script muito semelhante à Javascript. Assim, para evitar excessos de ambos os lados, uma norma foi definida para padronizar as linguagens script, trata-se da norma ECMA 262, criada pela organização do mesmo nome (ECMA European Computer Manufacturers Association). Os navegadores e o Javascript : Versão do Javascript Navegadores JavaScript 1.0 Netscape Navigator 2.0, Internet Explorer 3.0, Opera, Mozilla JavaScript 1.1 Netscape Navigator 3.0, Opera, Mozilla Javascript 1.2 Netscape Navigator 4.0/4.05, Internet Explorer 4.0, Opera, Mozilla Javascript 1.3 Netscape Navigator 4.06, Internet Explorer 5.0, Opera, Mozilla Javascript 1.4 Netscape Navigator 6.0, Internet Explorer 6.0, Opera, Mozilla Javascript - Introdução à linguagem Javascript Javascript 1.5 Netscape Navigator 6.0, Mozilla Não confunda JavaScript e Java. Na verdade, ao contrário da linguagem Java, o código é escrito diretamente na página HTML, é uma linguagem pouco evoluída que não permite nenhuma privacidade no que se refere aos códigos (eles são realmente visíveis). Por outro lado, o applet Java (o programa) foi compilado anteriormente e uma máquina virtual para interpretar o pseudocódigo deve ser baixada na memória (lado cliente), a cada abertura da página. Consequentemente, podemos constatar uma desaceleração significativa para os applets Java, em comparação à JavaScript. Javascript Java Linguagem interpretada Linguagem pseudocompilada (download de uma máquina virtual) Código integrado ao HTML Código (applet) fora do documento HTML, chamado a partir da página Linguagem flexível Linguagem rígida (declaração do tipo da variávele) Ligações dinâmicas: as referências dos objetos são verificadas durante o download Ligações estáticas: os objetos devem existir durante o download (compilação) Acessibilidade do código Privacidade do código Seguro: não pode gravar no disco rígido Seguro: não pode gravar no disco rígido O Javascript é case sensitive (sensível ao tamanho do caractere), ou seja, ele faz a diferença entre um nome de variável com ou sem maiúsculas. Assim, a função 'bom dia();' não é a mesma que 1Bom-dia();'. Enfim, como na linguagem C, cada instrução termina com um ponto e vírgula (;). O que é um script Um script é uma parte do código que é inserido em uma página HTML. O código do script não é visível na janela do navegador, pois ele se encontra entre as marcações (ou tags) específicas que dizem ao navegador que se trata de um script escrito em linguagem JavaScript. As marcações que anunciam um código Javascript são as seguintes: Como o script dos antigos navegadores é escondido Este código é invisível para o navegador, ou seja, ele não exibe o código JavaScript na sua janela. No entanto, os navegadores mais antigos, criados antes da chegada da Javascript não conhecem essas marcações, logo, as ignoram. O código Javascript pode não ser exibido na sua página web estragando assim o seu trabalho. O truque consiste em adicionar marcações de comentários dentro das próprias marcações do script. Assim, os navegadores mais antigos simplesmente ignorarão o script inteiro, enquanto que os navegadores mais recentes o interpretarão (corretamente), como Javascript. Como adicionar comentários em seu código Como em qualquer linguagem de programação, é aconselhável adicionar comentários em um dos seus scripts de um lado, para encontra seu script, meses depois e por outro, por espírito de troca para permitir que seus visitantes curiosos compreendam o seu script (isto nem sempre é desejado...). Não confunda as marcações de comentário da linguagem HTML (destinadas a ocultar o script de alguns navegadores) e os caracteres dos comentários JavaScript (para documentar o seu script). Para escrever os comentários, Javascript utiliza as convenções usadas nas linguagens C/C++: para comentar uma linha usando a barra dupla: // Todos os caracteres atrás do // são ignorados ; para comentar uma parte do texto (possivelmente várias linhas) usamos o /* e o */: /* Todas as linhas entre essas marcações serão ignoradas pelo intérprete do código */ . Cuidado para não misturar os comentários, para não causar erros durante a execução do código! Foto: © Java. 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Compilar um programa de linguagem de montagem com o Nasm

Compilar um programa de linguagem de montagem com o Nasm Junho 2014 Para o Linux Etapa n° 1. Criar um arquivo fonte Etapa n° 2. Montar o arquivo fonte Etapa n° 3. Criação do executável Etapa n° 4. Execução do programa Para o Windows Etapa n° 1. Instalar os softwares necessários Etapa n° 2. Criar um arquivo fonte Etapa n° 3. Montar o arquivo fonte Etapa n° 4. Criação e execução do programa Nasm é um software Assembly (linguagem de montagem) livre, para arquitetura x86. É possível encontrá-lo para vários Sistemas Operacionais como o Linux ou o Windows, por exemplo. Um montador permite montar o código Assembly. (sic) Infelizmente, Assembly significa duas coisas A linguagem "Assembly", que permite programar em linguagem de máquina usando mnemônicos O software que converterá o seu código em linguagem de máquina compreensível pelo seu processador. Esta dica não te ensinará a programar com o Nasm, mas a criar um executável para o Linux e o Windows a partir de um código-fonte para o Nasm. Para o Linux Etapa n° 1. Criar um arquivo fonte Você não precisa de um editor específico para criar um arquivo fonte para o NASM. Você poderia usar um editor que suporte a sintaxe do montador, mas não há, a meu conhecimento, quem suporte a sintaxe do Nasm. Então, você pode escolher o gedit, kwrite, xemacs, etc... Ao salvar o seu arquivo fonte, dê-lhe a extensão .asm Etapa n° 2. Montar o arquivo fonte Para esta etapa, você precisará de um software Nasm instalado em sua máquina. Se você roda no Debian ou Ubuntu, basta digitar o comando sudo apt-get install nasm Se você tiver outra distribuição Linux, você deverá usar o gerenciador de pacotes da sua distribuição (por exemplo, urpmi, yum, emerge, etc) ou compilar o Nasm baixando o arquivo a partir do site oficial. Passemos à montagem do seu arquivo fonte. Vá para a linha de comando no diretório onde fica o arquivo fonte que chamaremos "test.asm", por exemplo. Veja a linha a ser digitada: nasm -f elf test.asm Isso criará um arquivo chamado "test.o" no diretório atual. Esse arquivo ainda não é executável, ele ainda é apenas um arquivo de objeto, ou seja, um arquivo que deve ser conectado com as bibliotecas das quais ele depende, como por exemplo, a biblioteca padrão "libc". Etapa n° 3. Criação do executável Agora que já temos o nosso arquivo de objeto chamado "test.o", vamos criar o nosso executável. Dois casos se apresentam aqui: Seu programa começa com um procedimento chamado "_start". Isso significa que seu programa tem seu próprio ponto de entrada, sem usar a função "main" (principal). Isso não muda muita coisa, mas você precisará usar o comando "ld" para criar o executável: ld test.o -o test Seu programa começa com um procedimento chamado "main". Você precisará utilizar o gcc para criar o seu executável: gcc test.o -o test Pronto, nosso executável foi criado, ele se chama "test" e se situa no diretório atual. Etapa n° 4. Execução do programa Para executar nosso programa chamado "test", basta digitar este comando: ./test Você também pode usar um depurador para assistir à execução. Para fazê-lo, você pode utilizar o gdb, que é usado em linha de comando. Se, no entanto, você quiser um depurador mais visual, existem interfaces gráficas que utilizam o gdb em plano de fundo, como o "Insight". Para o Windows IMPORTANTE: No Windows, a convenção de chamada de configuração não é a mesma, a função chamada deve limpar, ela mesma, a pilha. Da mesma forma, o "mains" não existe no Windows, ele deve ser substituído pelo WinMain. Se o seu ponto de entrada for "_start" ou "main", é preciso trocar para "_WinMain@16" e mudar o "ret" no final, deste procedimento de entrada, para "ret 16". Exemplo de um arquivo fonte correto no Windows: section .text global _WinMain@16 _WinMain@16: mov eax, 0 ret 16 Etapa n° 1. Instalar os softwares necessários Vamos primeiro instalar o Nasm. Vá na seção de download do Kioskea ou no site oficial, na seção de downloads (selecione a versão Win32 binários). Mantenha o seu arquivo em um canto, ele será usado mais tarde. A etapa mais delicada vai ser a de instalar "MingW", que é um ambiente de desenvolvimento grátis para o Windows. Neste endereço, escolha a última versão do MinGW. Atualmente, é a versão 5.0.0. Se ele te propor atualizar a sua instalação desde o início, diga não. Deixe todas as opções padrão selecionadas e, em seguida, espere o fim da instalação. Agora, vamos inserir o Nasm no ambiente de desenvolvimento MingW, como selvagens, mas com delicadeza. Descompacte o arquivo do Nasm, você deveria obter uma pasta com, entre outras coisas, um arquivo chamado "nasm.exe" Copie este arquivo no diretório C:\MinGW\bin Etapa n° 2. Criar um arquivo fonte Como para o Linux, não é preciso usar um editor específico para criar um arquivo fonte para o NASM. Você pode usar o bloco de notas por exemplo, mas cuidado, o bloco de notas do Windows tem uma tendência a acrescentar a extensão .txt aos arquivos que ele cria. Para evitar qualquer ambiguidade, recomendo exibir as extensões dos seus arquivos. Evite, em todos os casos, processamentos de texto como o Word ou o WordPad, que podem salvar o seu arquivo com um formato inadequado. Se quiser, utilize um editor que use a sintaxe Nasm como NasmEdit IDE (gratuito). Em todo caso, sugiro que você dê a extensão .asm ao seu arquivo fonte. Etapa n° 3. Montar o arquivo fonte Abra o interpretador de comandos do Windows (digite cmd.exe em "Executar" do menu "Iniciar" ou, diretamente, "cmd" na barra de "busca" do logotipo do Windows no Vista. Com este interpretador de comandos, você deverá ir para a pasta contendo o seu arquivo fonte com o comando "cd". Assim que estiver nesse diretório, monte o seu arquivo fonte (vamos chamá-lo de "test.asm") com este comando: nasm -f win32 test.asm -o test.o Agora, você tem um arquivo de objeto que ainda não é executável, mas que o dera em breve. Passemos à última etapa. Etapa n° 4. Criação e execução do programa Ainda em sua janela de comando, digite um último comando passado para criar o executável: ld test.o -o test.exe Se você tiver um problema com esse comando, talvez você tenha esquecido de ler o ponto importante que citei acima, no início da seção "Para o Windows". Para testar o seu executável, basta digitar "test" na janela de comando. Se você quiser um depurador para ver mais de perto o que está acontecendo, use o OllyDbg. É um excelente depurador. Tradução feita por Lucia Maurity y Nouira Este documento, intitulado « Compilar um programa de linguagem de montagem com o Nasm »a partir de Kioskea (pt.kioskea.net) está disponibilizado sob a licença Creative Commons. 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F: http://ec.ccm2.net//br.ccm.net/faq/pdf/compilar-um-programa-de-linguagem-de-montagem-com-o-nasm-8005-li9jbv.pdf

Unix e Linux: Uma herança

Unix e Linux: Uma herança Agosto 2014


As diferenças Linux e Unix não apareceram espontaneamente : Elas são geralmente derivados de outros Unix/Linux. Veja um resumo da herança das distribuições mais importantes : (esquema realizada com o software yEd)
Nota Este esquema é voluntariamente simplificada por razões de visibilidade : Não indica as versões (por exemplo, não se mostra as diferenças Unix)
Não fornece as datas Não precisa o tipo de licença Não diferencia os núcleos /OS (exemplo: Darwin é o núcleo opensource do OS comercial MacOS X)
Certo número do Unix e distribuições Linux não são mencionados (NextStep, FreeDarwin, Gentoo/*BSD, QNX, les différentes distribs Mandriva, etc.)
 Para informações mais detalhadas (em particular mais detalhada (em particular na herança Unix), veja : www.levenez.com en.wikipedia.org Esquemas mais completos que concernem a herança linux : www.kde-look.org en.wikipedia.org
 [Nota do sebsauvage:
Criticas, idéias, sugestões, alertas de erros no meu esquema são bem vindos.] Tradução feita por Ana Spadari
Este documento, intitulado « Unix e Linux: Uma herança »a partir de Kioskea (pt.kioskea.net) está disponibilizado sob a licença Creative Commons. Você pode copiar, modificar cópias desta página, nas condições estipuladas pela licença, como esta nota aparece claramente.
Fontes: http://ec.ccm2.net//br.ccm.net/faq/pdf/unix-e-linux-uma-heranca-7406-lfw8nw.pdf


O que é o sistema operacional UNIX

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O que é o sistema operacional UNIX

Unix é um sistema operacional multiusuário e multitarefas, ou seja, ele permite que um computador mono ou multiprocessador execute, simultaneamente, vários programas por um ou mais usuários. Ele possui um ou vários intérpretes de comandos (shell) assim como um grande número de comandos e de numerosos utilitários (montador, compiladores para inúmeras linguagens, processamentos de texto, serviço de e-mails, etc.). Ele também possui grande mobilidade, o que significa que é possível instalar um sistema Unix em quase todas as plataformas materiais. 

O uso do sistema operacional UNIX

Hoje em dia, os sistemas Unix estão muito presentes nos meios profissionais e universitários graças a sua grande estabilidade, ao seu nível de segurança elevado e ao respeito dos grandes padrões, principalmente em termos de rede.

O histórico dos sistemas UNIX

O primeiro sistema Unix foi criado por Ken Thompson nos laboratórios Bell AT&T em Murray Hill, nos Estados Unidos, a partir de 1965. O objetivo de Thompson era desenvolver um sistema operacional interativo simples, chamado Multics (Multiplexed Information and Computing System) para poder jogar um jogo que ele tinha criado (Space Travel, uma simulação do sistema solar). Na sequência, um consórcio composto pelo MIT, General Electric e Bell Lab se formou em torno do Multics. 

Em abril de 1969, os laboratórios AT&T decidiram utilizar o sistema GECOS (General Electric Comprehensive Operating System) em vez do Multics. Assim, Ken Thompson e Dennis Ritchie, que se juntou à equipe, precisaram fazer funcionar o jogo Space Travel numa máquina menor, que possuía apenas 4K de memória para fazer funcionar os programas dos usuários. O sistema foi recriado a fim de criar uma versão reduzida de Multics chamada UNICS (Uniplexed Information and Computing Service), rapidamente chamada de Unix. 

Unix - o pai dos sistemas operacionais

O dia 1º de janeiro de 1970 é considerado a data de nascimento do sistema Unix, o que explica porque todos os relógios do sistema dos sistemas operacionais Unix começaram a partir desta época. Paralelamente a estas atividades, Ritchie participou amplamente da definição da linguagem C. Assim, o conjunto do sistema foi inteiramente reescrito em linguagem C em 1973 e chamado de Unix Time-Sharing System (TSS). 

Quando o sistema passou para a versão 7 em 1979, a evolução foi acompanhada de várias notáveis alterações, como a exclusão da rédea ligada ao tamanho dos arquivos, uma melhor mobilidade do sistema (funcionamento sobre várias plataformas materiais) e a adição de inúmeros utilitários. 

Um decreto que data de 1956 impedia a empresa ATT, da qual dependia a Bell Labs, de comercializar outra coisa além dos equipamentos telefônicos ou telegráficos. Foi por isso que em 1973 foi tomada a decisão de distribuir as fontes do UNIX nas universidades. 

Desde o fim de 1977, investigadores da Universidade da Califórnia desenvolveram uma versão do Unix a partir das fontes fornecidas pela AT&T para fazer funcionar o sistema em suas plataformas VAX e o chamaram de BSD (Berkeley Software Development). Assim, dois ramos de desenvolvimento das fontes apareceram: o ramo da AT&T que iria se tornar o System V do UNIX System Labs e o ramo da BSD

Em 1977, a AT&T pôs as fontes do UNIX à disposição das outras empresas, de modo que um grande número de sistemas similares foram desenvolvidos nos anos seguintes: 

AIX, Unix comercial baseado no System V desenvolvido em fevereiro de 1990 pela IBM; 
Sun Solaris, Unix comercial baseado no System V e BSD desenvolvido pela Sun Microsystems; 
HP-UX, Unix comercial baseado em BSD desenvolvido a partir de 1986 pela Hewlett Packard; 
Ultrix, Unix comercial desenvolvido pela DEC; 
IRIX, Unix comercial desenvolvido por SGI; 
Unixware, Unix comerciais desenvolvido pela Novell; 
Unix SCO, Unix comercial baseado no System V desenvolvido a partir de 1979 pela Santa Cruz Operations e pela Hewlett Packard; 
Tru64 UNIX, Unix comercial desenvolvido pela Compaq. 

Em 1983, a AT&T teve o direito de comercializar o seu Unix, que marcou o aparecimento do UNIX System V, a versão comercial do seu sistema Unix. Em 1985 um professor holandês chamado Andrew Tannenbaum desenvolveu um sistema operacional mínimo, chamado Minix, para ensinar a programação do sistema aos seus estudantes. 

Em 1991, o estudante finlandês Linus Torvalds decidiu desenvolver, sobre o modelo Minix, um sistema operacional capaz de funcionar nas arquiteturas de tipo 386. O sistema operacional criado recebeu o nome de Linux

Esquema dos principais sistemas tipo Unix

O esquema abaixo reconstitui o desenvolvimento dos principais sistemas de tipo Unix: 
Cronograma das diferentes versões

O padrão UNIX

Dado o grande número de sistemas Unix desenvolvidos com base no System V da AT&T ou BSD, a questão sobre um padrão Unix surgiu a partir de 1981 no grupo de discussão /etc/group para assegurar uma mobilidade máxima entre os sistemas. 

Em 1983, a AT&T publicou o SVID (System V Interface Definition), que descreve o System V. Esta primeira definição é diferente do POSIX. Em 1984, o grupo publicou o POSIX, uma série de padrões desenvolvidos sob o IEEE. O POSIX também é conhecido como IEEE P1003. Na mesma época, um consórcio de construtores (Sun, IBM, HP, DEC, AT&T, Unisys, ICL,...) publicou o padrão X/Open Portability Guide Issue3 (XPG3). Este padrão trata particularmente das diferenças precedentes oriundas da localização geográfica (data, alfabeto, etc.).

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